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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

DDA

Quando se pensa em DDA, logo vem à mente a imagem de um cérebro em estado de ”caos”, que ocasiona.
Na vida de seus portadores uma existência marcada por distrações, bombardeio constante de estímulos.
Vindos de todas as direções, incapacidade de distinguir fatos relevantes frente aos irrelevantes, inquietação.
Intensa e impulsividade fora de controle. Diante dessa visão restrita, pode-se ter a ideia errônea de que todo.
DDA estaria fadado ao fracasso e insucesso na vida, principalmente na área social e profissional.
Mas é justamente aí que surge uma questão, no mínimo, intrigante: como explicar então o fato de DDAs
Brilhantes estarem presentes nas mais diversas áreas profissionais? E, mais ainda, o que dizer sobre a.
Genialidade inquestionável de Mozart, Einstein, Henry Ford, Leonardo da Vinci, Van Gogh e muitos outros.
Que apresentavam e apresentam um funcionamento DDA inegável?
Muitas teorias têm sido elaboradas com o intuito de elucidar a aparente inexplicabilidade do sucesso obtido
Por personalidades com comportamento DDA nos mais diversos setores do conhecimento humano.
Infelizmente, a ciência não tem uma explicação exata para esse fato; até porque o funcionamento cerebral.
Humano não segue nenhuma lógica aritmética previsível. Afinal, idéias, sensações e emoções não podem ser.
Quantificadas, sob a pena de deixarem de serem características humanas imensuráveis.
Neste território tão empírico, uma coisa é certa, o funcionamento cerebral DDA favorece o exercício da.
Atividade humana mais transcendente que existe: a criatividade.

Trecho do livro de: Ana Beatriz Barbosa Silva Mentes Inquietas.

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